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Cuidado na contratação: Casal enfrentou problemas com seguro de carro após acidente

O Bom Dia Tocantins veiculou no início de outubro uma matéria sobre um casal prejudicado ao contratar o serviço de uma cooperativa de proteção veicular. Segundo a reportagem, Ana Lúcia Martinez e seu marido sofreram um acidente automobilístico, na capital há três anos atrás.

“O problema começou ali mesmo, no local do acidente, na hora de pedir o guincho. Acabaram sendo dois guinchos, um que nós tivemos que pagar porque a seguradora(sic) não queria mandar, já que passava das 18h”, relatou Ana Lúcia.

À repórter, Ana Lúcia contou que,além do impasse do guincho, o combinado era levar o veículo para uma oficina na cidade e, no dia seguinte, encaminhá-lo para Goiânia. “Mas não foi o que aconteceu. Eles enviaram o nosso carro para Gurupi e nos informaram que estava em Goiânia. E o carro ali foi ficando, um mês, dois meses, três meses. E nós sem notícia, se ia dar perda total ou não”, disse.

Arrependida pela contratação do serviço, a assistente jurídica diz que aprendeu a lição. “Meu marido trabalhava em um escritório e essa empresa foi até lá e prometeu tudo que uma seguradora tradicional oferece. Hoje eu instruo quem me procura a pegar referência, a procurar um corretor, que é um profissional muito importante nessas horas. O arrependimento é muito grande, às vezes a gente procura o que é mais barato e isso acaba saindo muito mais caro”, concluiu.

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Cuidado na contratação: Casal enfrentou problemas com seguro de carro após acidente

O Bom Dia Tocantins veiculou no início de outubro uma matéria sobre um casal prejudicado ao contratar o serviço de uma cooperativa de proteção veicular. Segundo a reportagem, Ana Lúcia Martinez e seu marido sofreram um acidente automobilístico, na capital há três anos atrás.

“O problema começou ali mesmo, no local do acidente, na hora de pedir o guincho. Acabaram sendo dois guinchos, um que nós tivemos que pagar porque a seguradora(sic) não queria mandar, já que passava das 18h”, relatou Ana Lúcia.

À repórter, Ana Lúcia contou que,além do impasse do guincho, o combinado era levar o veículo para uma oficina na cidade e, no dia seguinte, encaminhá-lo para Goiânia. “Mas não foi o que aconteceu. Eles enviaram o nosso carro para Gurupi e nos informaram que estava em Goiânia. E o carro ali foi ficando, um mês, dois meses, três meses. E nós sem notícia, se ia dar perda total ou não”, disse.

Arrependida pela contratação do serviço, a assistente jurídica diz que aprendeu a lição. “Meu marido trabalhava em um escritório e essa empresa foi até lá e prometeu tudo que uma seguradora tradicional oferece. Hoje eu instruo quem me procura a pegar referência, a procurar um corretor, que é um profissional muito importante nessas horas. O arrependimento é muito grande, às vezes a gente procura o que é mais barato e isso acaba saindo muito mais caro”, concluiu.

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